Cobertura Hard Live
Saiba tudo que rolou em Magé
Texto e fotos Por Tio Verde
Um campeonato simples e de muito bom gosto, que contou com alguns nomes do skate carioca. Foi assim o Hard Live, que rolou no último dia 24 no Magé Tênis Clube.
A categoria mirim abriu o evento e como era de se esperar, os moleques andaram como gente grande, "Sujinho" e Breno Marques, o “ boquinha", ganharam destaque, mas quem levou o titulo da categoria foi "Seu Boneco", mandando um flip perfeito passando o delta.
Na categoria iniciante, que veio logo após, contou com uma volta de 1 minuto para cada, passando os 10 melhores para final. Logo após rolou um pré-aquecimento de 15 minutos para a categoria amador. Aliás, esse foi um dos únicos equívocos do champ. Por que não colocar a categoria feminino após o mirim? E como não havia fiscais de pistas, amadores e iniciantes não respeitavam e invadiam a área de competição, desrespeitando a todos os competidores e público, que compareceram em bom número.
Chegou a vez da categoria feminino. O nível desta categoria melhora a cada dia. Foi gostoso de ver. Gabi andou sem erros, mas também sem se arriscar e ficou com a quinta colocação. Bia Sodré não andou o que se espera dela, mas mesmo assim acertou um flip no delta saindo pela lateral e ficou com a quarta colocação. “Belinha”, com um skate consistente e acertando shovits e flips, ficou em terceiro. Mary Jane ficou em segundo, perdendo só para a grande campeã Gracie Kely, de Rio das Ostras. Com uma boa base de ollie e mandando noseslide no caixote, Gracie fatura o seu segundo champ consecutivo e se firma como grande nome do skate feminino no Rio.
Com seis baterias de 10 competidores, entra a categoria amadora, ficando os 10 melhores para final. Destaques para Ratinho, Mancha, Orelha, Raphael Índio, Aloprado e Victor Índio.
Na seqüência, rolou a final do iniciante. Destaque para Breno de Souza, o Breninho, Fernando Ribeiro e Cofrinho, que fizeram duas ótimas voltas, e qualquer um poderia ficar com o título. Mas só um deu um big drop, numa parede de 3 metros, caindo encima da 45 de prima. Esse foi o diferencial que fez com que Lucas Pereira, o “Cofrinho”, levasse o título da categoria.
Por fim, a final da categoria mais esperada. Dentre os amadores, destaque para volta de Anderson Ratinho, com sua habitual regularidade com crockeds e flips. Victor Índio andou no limite, e mandou fs flip que meu deus do céu! Raphael índio, o punk, fez o que se espera dele. Andou forte e no final tentou um big drop na 45, mas cravou a roda na rampa. O “maluco” também tentou varar uma escada de 17 degraus, errou, mas levou a galera ao delírio. Ele é o cara. Mas, com uma volta perfeita, e mandando várias cabreiras como flip indy , varial heel flip no delta, Pedro Orelha levou a maior premiação na categoria amador.
Parabéns Leonardo Vieira e a sua equipe, que fizeram um campeonato, num local com segurança e infra-estrutura tanto para atletas quanto para o público presente. Que os pequenos erros desse ano sirvam de exemplo para o próximo.
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